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21/01/10 Uma outra visão das Redes Sociais: a EmpresarialFacebook, Orkut, Twitter, entre outras redes sociais são rapidamente associadas a perda de produtividade quando utilizadas de forma incorreta durante o horário de trabalho, fora do foco empresarial ou para assuntos pessoais, mas e se sua empresa incentivar o uso de redes sociais, ou até mesmo criar a própria rede social corporativa? Você se comunica diretamente com os diretores da empresa, se associa a grupos de trabalho, comunidades de projetos, divide as tarefas, recebe comentários, enquetes, decidem juntos qual será o próximo investimento da empresa ou até mesmo o local do próximo happy hour. Reclamações e sugestões são rapidamente repassadas ao marketing, pesquisas são elaboradas, reuniões são feitas, sugestões viram novos produtos e reclamações são remediadas antes que tomem proporções incontroláveis. Tudo isso em um ambiente com foco no melhoramento de todos os stakeholders, criado através das conexões dos funcionários, parceiros e clientes combinados a inteligência de negócios, criando um Capital Social, um valor intelectual definido por aqueles que vivem junto a uma organização, jamais imaginável antes da era das redes sociais.
Empresas como Dell, CNN, Starbucks e Nike já trabalham com redes sociais próprias, criando pontes de contato, gerando um melhor ambiente de trabalho e criando um precioso banco de dados. Por quê? A Nike relata que 40% dos usuários de sua rede social para corredores (Nike+ ) converteram ao seus produtos. A Dell informou em seu blog que a IdeaStorm, rede social para seus consumidores, gerou quase 10 mil idéias e mais de 80,000 comentários que são traduzidos para novos e melhores produtos. Essas redes sociais corporativas apóiam o desenvolvimento de sua capital social criando um ambiente para as pessoas trabalharem em um mercado de idéias, onde as melhores idéias para solucionar problemas ou oportunidades sobem ao topo e se tornam base para as decisões e ações realizadas. Quanto mais rápido as melhores idéias são traduzidas em decisões e ações, maior o seu capital social, criando uma plataforma para sair frente de seus concorrentes, pois a empresa que executar as melhores idéias mais rapidamente ganhará o mercado. A habilidade de sua companhia em crescer o capital social mais rápido que a concorrência será a chave para abrir o que o estrategista Umair Haque, Diretor da Havas Media Lab, chama de "crescimento inteligente” durante e depois de qualquer crise. A habilidade dos líderes em ajustar suas medidas de sucesso e técnicas de gerenciamento rapidamente para suportar essa transformação será crucial para a própria sobrevivência, ele comenta. Segue abaixo os 4 principais pontos do “crescimento inteligente”, relatado no blog “Edge Economy” para Harvard Business:
Resultados, e não Receita.
Conexões, e não transações.
Pessoas, e não produtos.
Criatividade, não produtividade.
Haque acredita que esses princípios exigem que líderes de negócios recalibrem suas expectativas de rendimento corporativo e foquem não somente em impulsionar mais transações, mas em produzir resultados de negócios estratégicos que são somente possíveis através de uma nova abordagem de trabalho em equipe e inovação. |


Hoje inúmeras empresas trabalham com esse sistema, conectando através das tecnologias pessoas e criando interações, ganhando com idéias que circulam livremente na internet, tomando as decisões precisas em uma velocidade jamais imaginável, criando benefícios para empresas que vão de redução de tempo até mesmo lançamento de novos produtos e aumento da efetividade das estratégias de marketing e consequentemente um maior retorno financeiro.