28/04/10

Ning corta 40% dos funcionários e passa a cobrar por todos os serviços

Apenas um mês depois da saída da ex-CEO e co-fundadora Gina Bianchini, o Ning anunciou que vai demitir 40% dos seus funcionários e cancelar todos os seus serviços gratuitos. O Ning é uma espécie de coletivo de redes sociais, oferecendo ferramentas para que grupos criem redes com temas específicos. O site foi lançado em 2005 por Bianchini e Marc Andreessen. Há um mês, Jason Rosenthal assumiu como CEO da empresa.

"Nós vamos nos guiar pela capacidade de criar redes premium do Ning em grande escala. E toda nossa capacidade de desenvolvimento será devotada para fazer os nossos clientes que criam comunidades pagas extremamente felizes", disse ele num email enviado para todos os funcionários.

O anúncio mexeu com a concorrência, que está de braços abertos para receber os refugiados do Ning. O Grouply pretende facilitar o trabalho de quem quiser migrar suas comunidades para o serviço.

E o Grou.ps, que se autoentitular maior competidor do Ning, criou o grupo http://grou.ps/ningexodus , para ajudar aqueles que não pretendem pagar pelos serviços do rival.

Atualmente, as comunidades gratuitas exibem publicidade controlada pelo Ning. Todas essas comunidades terão de ser convertidas para o serviço pago ou procurar outra praia. Os administradores de comunidades receberão mais informações sobre as mudanças nas próximas duas semanas.

Segundo o TechCrunch , hoje o Ning oferece diversos serviços premium, como suporte (US$ 10/mês), domínios personalizados (US$ 5/mês), espaço e banda extra (US$ 10/mês), retirada de publicidade (US$ 25/mês) e a possibilidade de não revelar que você está usando o serviço do Ning (US$ 25/mês). Informações do Diretório Ning do Brasil.


Fonte: http://www.redesocial.net/

 
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